“O Jogo das Contas de Vidro”
“A Música do Universo e a música dos Mestres
Estamos prontos a ouvir com respeito,
Conjurando para uma festa de pureza
Os espíritos venerados dos templos abençoados.
Deixamo-nos guindar pelo mistério
Das fórmulas mágicas em cujo canto
A imensidão, a tempestade, a vida
Fluíram em límpos símbolos.
Como as figuras do céu vibram cristalinos
No seu serviço a nossa vida ganhou sentido
E nada pode dos seus círculos cair
A não ser para o centro sagrado”
HERMANN HESSE
(Lido em: Hermann Hesse, “O Jogo das Contas de Vidro”, D. Quixote, Alfragide, 1989(1979))

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