“Ao abrir-se um poema como se abre um buraco
pode sair uma fera
ou uma simples crianca, distraida, espantada de sono.
Ou entao um coelho, bravo, que salta da cartola
e corre pelos sentidos como um novelo de lume disfarcado de febre.”
ARMANDO SILVA CARVALHO “A sombra do Mar”, 2015

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