“Coincidências há. Há, sim. Há-as. Duas frases lidas agora no folheto de divulgação de Fishman , pelo Grupo Bagaceira: a) “(...) tentativa de reconciliação desses peixes, que vivem dentro de nós e dos outros.”; b) “(...) Todos os que mergulharem connosco e também aos que hão de mergulhar a partir de agora”. Coincidência nas frases? Eventualmente. Mas não. Foi o ir além do vento gostoso, da brisa agradável e da paz possível, que me rodeia neste banco do jardim do Dragão do Mar. Além do tempo e da circunstância. Além do meu eu absorto de cada momento de cada dia. Não, não há mal em/de captar o nada, em/de captar o tudo do in(finito). Tão somente, ser eu mais.
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