""Não se nasce artista, tornamo-nos artista""
"Miguel Bonneville percorre o caminho complexo da construção da identidade a partir do pensamento e obra de Beauvoir."
"Há um corpo nu de longos cabelos negros que dança como se tivesse saltos altos nos pés. Depois tudo se desfaz, o corpo veste-se, percebemos um espelho, um divã, espaço de bastidores, de tentativa e erro que umas vezes rima, outras não, com o cenário desenrolado à boca de cena, a marcar o lugar onde os vários quadros experimentados se vão dando a ver. A importância de ser Simone de Beauvoir é este exercício de construção, destruição e reconstrução sistemática a que podemos chamar trabalho criativo mas também identidade ou, basicamente, vida. (...)" (Lido em:DN-Artes,2015-01-14)
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