“(...)Estreou-se em Julho de 2013, em Nova Iorque (EUA), onde colheu excelentes críticas (...) Trata-se de um solo-manifesto. O corpo, nu, despe-se de regras e convenções externas. Expõe-se na sua vulnerabilidade, mas também (e por isso) na sua intensidade. Projecta emoções sem filtro e assume-se como veículo de conflito, protesto e denúncia, envolvendo o espectador numa experiência já descrita como hipnótica.” (Lido em:Publico,2014-10-26)
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