""Tanto quanto me lembro, sempre encarei a função do escritor sobretudo como memória, como não esquecimento, como preservação do efêmero na palavra, como retorno do passado através de apelos e carinhosa descrição. Provavelmente conservo em mim, da velha tradição idealista, parcialmente um conceito do escritor como mestre, exortador ou pregador. Mas sempre imaginei isso menos como ensinamento do que como apelo para uma espiritualização da vida."" HERMANN HESSE (Hermann Hesse, Pequenas Alegrias, Editora Record, Rio de Janeiro, s/d, original em Alemão: Surkamp, Frankfurt am Main, 1977]
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