O dia está cinzento, chuviscante, mas isso pouco me interessa. O parque, lá em baixo, em frente aos oito janeloes rasgados em todo o comprimento do aprtamento, até parece mais bonito, com a relva e as árvores refrescadas por esta chuva que este ano tanto se tem ausentado deste país que vive de e com água. É interessante que toda a vida (ainda com a minha Mae como professora de Geografia - o que aquela Mulher fabulosa nao ensinou na vida!- que os holandeses (como quase sempre as pessoas teimam em ignorar ou nao parender que a palavra holandeses se refere "de facto e de jure somente aos habitantes das províncias Noord Holland e Zuid Holland do país chamado Países-Baixos (Nederland) e cujos habitantes se chamam neerlandeses) , mas como ia dizendo por escrita (que maravilha poder escrever de novo aqui, se bem que a grande velocidade com um medo injustificado que venham de repente e que o uso autorizado de utilizar este computador livre num gabinete da direccao tenha o seu término), sempre aprendi lá, como cá, que cerca de 1/3 do território dos Países-Baixos tinha sido laboriosamente, corajosa e persistentemente conquistado ao mar, razao pela qual uma enormíssima parte dos PB esteja abaixo do nível da água do mar, dele somente separada por engenhosos diques sempre e sempre em contínuo controle e fortalecimento.
Há dias li num dos dois melhores diários dos PB (Volkskrant e NRC-Handelsblad uma resenha de um estudo recente sobre a evolucao ao longo dos milénios do território da Europa do Norte. Afinal, se assim se confirmr esse estudo, o território actual dos PB nao tinha o mar como fronteira, antes estava ligado á actual Inglaterra, assim como á Alemanha, fazendo um continente que incluía, por exemplo, a também a minha querida Dinamarca.
Como já fiz o gosto aos dedos e á mente de voltar a escrever directamente aqui, vou-me desta e ver o noticiário televisivo das 20 horas, seguido de programas de encher a vista.
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