Quasi retorno, de vagar, de vagarinho, ao ritmo de muletas. As dores ir-se-ão, pouco a pouco, e ao mesmo tempo os medicamentos diminuirão. Quando? Essa é ainda a incerteza . Amanhã será o início de novas mexidas fisioterapêuticas. No entretanto, lê-se os jornais (aos dois livros - Tonio de Van der Heijden e Moord en Brand de Boris Dietrich - que para aqui trouxe ainda não me cheguei. Lá fora uma vista magnífica tendo a meus pés o Parque Transwijk, enorme e lindo , onde todos os anos , no dia 5 de Maio, centenas de milhares de pessoas celebram com música, cerveja, circo e muita alegria o Dia da Liberdade, em recordação festiva da libertação dos Países-Baixos da ocupação tirânicamente assassina pelos nazis durante a II Grande Guerra Mundial.
Pelo resto, horas seguidas preso ao embate em Paris de titãs do ténis mundial, Nadal e Federer. Gosto de ambos, até são excelentes amigos um do outro, mas acabo por apoiar sempre a simplicidade tímida e simples de Rafa e da sua força de vontade. E ele ganhou. Como, por telefonema que acabo de receber, parece que em Portugal o irresponsável governo socialista se encaminha para derrota estrondosa. Cinco anos de mentiras, de sabujices, de desgoverno, de estupidez feita poder, resultaram no estado deplorável em que se encontra o país de Camões.

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