Custou, mas vai-se. Espero que o próximo se tenha licenciado num dia normal de trabalho e não num domingo, não se mascare de pinóquio e não seja agência empregadora de "boys" ( e de "boyas") incompetentes.
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A Primavera está aqui em todo o esplendor. Incluindo Keukenhof, o maior jardim do mundo, visitado anualmente por cerca de um milhão de pessoas. Ontem foi-o pela mulher do Presidente da Alemanha, acompanhada pelo príncipe Wilhelm Alexander, próximo Rei dos Países-Baixos.
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Felizmente a Coligação Internacional está a proteger, e por isso mesmo ajudando, o povo da Líbia na sua luta contra a desumanidade do seu opressor sangrento Cadafi. Interessante foi ver a entrevista dada ontem na tv pela empresa neerlandesa que há anos construiu o complexo, grande e luxuoso bunker subterrâneo de Cadafi, capaz de suportar incólume um ataque nuclear e equipado por avançado sistema de comunicações e de tudo o necessário para algumas dezenas de pessoas, incluindo o ridículo "líder supremo" durante semanas. Revelou o nome da empresa neerlandesa onde ainda hoje existem os planos completos de engenharia e arquitectura dessa construção. Fica por baixo do complexo de comando (e uma das residências) do ditador.
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Por falar na Líbia, os problemas sobre a escolha do país sucessor dos USA no comando da operação (Os USA sempre disseram que só assumiriam esse comando por uns dias) a favor do povo líbio atinge o inconcebível. E lá encontramos, uma vez mais, a Turquia a complicar a coisas. Nada de surpreedente. Mas vergonhosamente ridículo.
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Com a morte de Elyzabeth Taylor foi encerrado o período das grandes "estrelas" de Hollywood. Dela gostei muito da extraordinária interpretação, juntamente com Richard Burton, em "Quem tem medo de Virgínia Woolf". Para além disso, é de saudar a luta perseverante e quase pioneira de chamada de atenção e solidariedade com as vítimas da SIDA. Deu-lhe uma outra dimensão humana, porventura maior que a das "luzes da ribalta". Também ainda há pessoas assim. Raras.
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