“O que seria hoje Brel se não tivesse morrido jovem? Um velho rezingão e inútil perto dos oitenta anos? Ou uma fonte de energia renovável, alimentando-se de novos ideais, novas lutas – no fundo, as mesmas lutas do seu tempo, porque mudam os actores mas a peça mantém-se a mesma. Seria Brel, octogenário, um formidável poeta que, da mesma forma que cantou a velhice na juventude, cantaria a juventude na velhice?”
GONÇALO CADILHE
(Gonçalo Cadilhe, 1 Km de Cada Vez, 2ª edição, Oficina do Livro, 2009)

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