“EUA”
“Mascote da Casa Branca será um cão de água português”
“É oficial: a “corrida” ao lugar de mascote da família presidencial dos EUA foi ganha pelo cão de água português. Os Obama estão à procura de um exemplar com a “idade certa” e que “se adeque” à dinâmica da família, confidenciou Michelle Obama, mulher do Presidente americano, à revista “People”.
Mesmo sem abordar as questões de saúde que balizaram a decisão – o cão de água português é uma das espécies caninas menos susceptíveis de provocar problemas respiratórios e a filha mais velha de Michelle e Barack Obama, Malia (10 anos), sofre de alergia ao pêlo de cão –, a primeira-dama dos EUA salienta o “bom temperamento” da espécie portuguesa. “Do ponto de vista do tamanho, ficamos a meio – não é pequeno, mas também não se trata de cão enorme. Além disso, todas as pessoas que conhecemos e que têm um estão radiantes. É mesmo para aí que estamos inclinados”, assume. Um dos que poderão ter feito “lobby” é o senador Ted Kennedy, um grande apoiante de Barack na corrida presidencial e proprietário de um cão de água português.(...)”
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(Lido em: Público, 25 de Fevereiro de 2009)
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Comentário:
Para quem se possa interrogar sobre a relevância interplanetária ou simplesmente terrena desta notícia (já houve quem...), as seguintes considerações à laia de justificação:
a) Ao lado do cavalo lusitano, passamos a ter conhecido internacionalmente o cão de água lusitano. Naturalmente que outros animais, como burros (alguns deles de estirpe humana e poderosa), de vez em quando fazem que se fale deste cantinho lusitano;
b) O dito cujo cachorro (tenho na minha mente uma série de nomes possíveis para ele, mas abstenho-me de ferir a susceptibilidade de certos dos ditos cujos animais humanos por semelhança real de nome próprio e dos propostos) pode influenciar enormemente nas decisões presidenciais.
Imagine-se só que um dado dia, antes de passar para a ala executiva da alva casa, o "doguesinho" excrementava nos sapatos do patrão. O humor do doninho seria afectado e com isso as decisões poderiam sair bem mal-humoradas para o mundo. Bem pelo contrário, uma cariciosa lambidela na face (ou outros locais de vossa imaginação) poderia bem-humorar o comandante-chefe e o mundo sorriria a decisões tão humanas, qual lambidelas de poesia e paz, mal sabendo que na base de tão bem-estar pelo planeta espalhado estava o nosso referido cão de água português;
c) Outras que possam querer imaginar.
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