Hoje acordei tarde, depois de um primeiro acordar para verter águas (não, não contra a parede de uma qualquer igreja como no texto do romance ficcional de G.M.Tavares...) seguido do volver para vale de lençois e de sonhos, constantes e, por vezes, interessantissimos (como o que esta manhã me levou em bateau-mouche musical e gastronómico por canais possivelmente de Amsterdam, na companhia de meu irmão, etc.).
O acordar tarde não inviabilizou ter podido dizer por télélé ao meu irmão que agradecia o convite dele para irmos hoje a Mértola para aí assistir à cerimónia inaugural do Mestrado local da Universidade do Algarve, onde meu irmão passará também a pontualmente leccionar, mas que preferia cá ficar, pois o frio começa a imperar e o tempo não se avizinhava o melhor para calcorrear as ruelas da belíssima Mértola com a minha maquinhinha foto-capatadora, ou criadora. Sei que perderei a oportunidade de rever velhos conhecidos e/ou amigos, salientando entre eles o Prof. Cláudio Torres e o Prof. João Guerreiro, Magnífico (Não é brincadeira não, pois este é o título real, devido e protocolar) Reitor da Universidade do Algarve.
Enfim, isto estava para ser brevissimamente, mas comigo o tempo é elástico e atrás de uma cereja vem outra, eté ao infinito. Vou terminar, só dizendo que hoje estou com uma vontade sezonal de falar ou escrever sobre uma data de coisas, como o Miguel de Sousa Tavares (cidadão que muitíssimo admiro. Et pour cause!); o escândalo nacional da tal fundação/ong (?!), absolutamente isenta de qualquer investigação criminal pelos governos, pela procuradoria geral da república, pela polícia criminal, pois o chefão, ao longo dos anos, soube criar-se uma auréola de santidade, com seu olhar de carneirinho manso, e se blindar "familiarmente" e juridicamente de qualquer investigação chata; do estado, inacreditavelmente surrealista, da justiça (se quizerem leiam com J maiúsculo, mas hoje e agora me dá vontade de minuscular a mesma, pois assim se me apresenta neste momento) (leram a notícia no Correio da Manhã de hoje de ligações entre os inveestigadores dos "mccs" e o advogado da assassina da própria filha (dela), agora acusadora do ex-chefe a PJ que afirmou e afirma que, ao contrário das afirmações dos "mccs" ( alegadamente "amigos e protegidos" do PM britânico, Gordon Brown...) de que a Maddie teria sido rapatada viva, a pobre inocente e linda criança terá morrido no próprio apartamento naquela mesma noite ?)(Ufa, credo, abrenúncia! Até parece que estamos em dia de noite de Halloween, como amiga minha brasileira não se esqueceu de hoje me lembrar, tudo isto quando aa frase anterior estava para terminar na já longínqua palavra justiça.( Deve ser de ela andar ser a tratada a pontas-dos-pés ou como trapo de servidão de poderosos (e alguns bichos ainda piores) e não de servidão humana - espera lá! mas servidão humana pode levar os meus leitores a pensarem que estou a associar isto ao conteúdo do livro de Steinbeck e acabarem por perder o fio à meada...Meada? isto mais p+arece novelo re-criado por gato); etcetcetcetcetc. Dá para desnovelar?! Pois é fácil: é só ler ao ritmo da...justiça...nacional e tudo se encaixa e entende.
Vou ter tempo e vontade para verter isto em letra de forma computadorística, não neste pc, mas no meu que não tem ligação internetinha? A ver vamos. Para já deixo-vos em paz. Não sem "recomendar" (anglicanisticamente......) que reflictam, se quizerem , souberem e puderem, sobre algumas coisas que, "brevissimamente" aqui escrevi, sabendo de antemão que há temas em que não é aconselhável ir-se, como cidadãos civis, independentes e sem qualquer poderio (para além do da razão) institucional e economico ( o que face ao poderio - incluindo o de pagar, se necessário a batalhões de jusristas - de "o" em causa e, mais além do que o que se pode ir, competindo à Justiça (haverá?) e ao Jornalismo sério de investigação (por onde anda Felícia Cabrita?) para desvendar o que deveria ser investigado e desvendado. Para bem do nosso país. Para bem das ongs sérias (também as há). Para bem da Justiça (aqui com maiúscula). E mais não digo.
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