Não se pode dizer que esta semana tenha estado parado. Acabei por nela concentrar encontros e reuniões de todo o tipo. Ontem, sobretudo, houve três bem carregadas de conteúdo, de diversidade e de intensidade. À noite o corpo sentia ainda o efeito das mesmas, pois assuntos houve que continuaram a rodar no meu espírito. Mesmo que uma pessoa não tenha mais nada a ver com um assunto, mesmo que a pessoa tenha tido a razão desde o início, mesmo que a pessoa tenha avisado de asneiras estando sendo feitas, preferia, finalmente, não ter tido tanta razão. Não preciso que me dêem razão. Não a tenho sempre, mas há vezes em que a razão está tão alicerçada em factos concretos, em dados racionais super-analizados de todos os lados, que seria um milagre a conclusão ser diferente. Apesar disso, afastado o problema, a ter razão preferia que outros não sofressem com o engano, a teimosia em não me darem ouvidos, o não darem ouvidos ao que eu racionalmente dizia, apesar de ser tão, tão evidente. Tudo isto, misturado com outros assuntos e um bem estar visível derivado pelo recomeçar de nova fase de “aperfeiçoamento pessoal”, me fez estar de cabeça cheia e volteante ontem à noite. Soube bem dormitar uma meia hora antes de jantar e dar uma volta pela cidade com o R. (cada vez mais adaptado e senhor uma felicidade que há muito não lhe via, notória na última foto que coloquei neste bloguezinho) gozando esta temperatura quase inexistente, ou seja, de tão suave quase nem se a sente à noite. Há uma unidade entre ela e o nosso corpo. Sensação maravihosa.
Recent Comments