Não adiro ao Natal comercial. É época em que, por princípio, não compro prendas, ou semelhantes. Aliás há muito que deixei de ser adepto de dar ou receber prendas. A vida me ensinou bem essa lição. A maior dádiva é a de sermos verdadeiros, sinceros, honestos, Amigos e humanos. O resto é comércio. Não sou comerciante, não sou comprador nem vendedor sazonal. Sei que é bom para a economia de um país o dinheiro circular. Que o façam os agentes económicos em obras para verdadeiro proveito racional dos cidadãos nacionais, sobretudo os mais carecidos de meios económicos, de insdtrução, de saúde e de CULTURA. Esta, juntamente com a saúde e a instrução, actualizada e moderna, são o verdadeiro motor do bem estar de um país e dos seus cidadãos. Não obras faraónicas, de contornos de interesses que me parecem, no mínimo, suspeitos.
Uma pergunta: Até quando o Sua Excelência o Senhor Primeiro Ministro mantém esta farsa da Ota, sabendo que, enquanto está a tomar medidas que colocam muitos cidadãos em difíceis situações de economia doméstica para cumprir o défice, ao mesmo tempo tem o descaramento de gastar milhões e milhões com a obra do seu "reinado". Com o devido respeito, que por si, apesar de tudo, tenho, lhe digo: Tenha juízo, senhor Primeir-Ministro! Dê ordem ao Senhor Lino, seu ministro da asneira referida, para pôr cobro às actividades nesse sentido! Uma sugestão, Senhor Primeiro-Ministro: Solicite uma conversa directa com o Senhor Eng. Joaquim Ferreira do Amaral, para ele lhe explicar a solução inteligente que apresentara para o aeroporto de Lisboa, alguns anos atrás. Num país modernamente democrático, não lhe ficava mal, Senhor Primeiro-Ministro, consultar uma pessoa com os conhecimentos do Eng. Ferrreira do Amaral, antigo Ministro das Obras Públicas do governo do actual Presidente da República, para ele, de viva voz, caso aceitasse, o que tenho a certeza que faria, lhe explicasse as enormes vantagens da solução por ele preconizada. A bem do país. A bem dos cidadãos. A seu bem político, também.
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