As livrarias sempre me atraíram. Antigamente devorador de letras em papel, tendo mesmo tido uma livraria, de quem era o melhor cliente, o livro fascina pelas potencialidades encerradas naquele pedaço de árvore transmutado em folha lisa, onde toda a possibilidade de um qualquer mundo se encerra, com a capa como porta e como janela, como buraco de fechadura, para o seu interior. E foi exactamente essa janela que chamou a minha atenção: Tailândia. Mundo de suavidade e de sorrisos (a par com violência e outros problemas que a nossa imaginação evita, afasta, para não estragar o prazer do bom e do belo), mundo da recordação de prazer enorme, mundo de Chaweng, aventurei-me a ele através do papel delicadamente se oferecendo naquela vitrina de viagens e de sonhos. E pensei em amigo no país do sabiá. Ele também amante deste país de doçura suavemente oscilante.
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