Habituado a, mesmo quando em viagem, ter acesso praticamente permanente à internet, tem sido dolorosamente estranha esta situação de não acesso à mesma em condições minimamente aceitáveis, quantas vezes absolutamente nenhum acesso. Daí estas interrupções, estas notas micro-solitárias e, sobretudo, a ausência das fotografias, que preenchem parte substancial da minha existência, a par da amizade e do humanismo.
Sobre política penso que já tudo está dito. Sobre o F.C.Porto, li com preocupação o último comentário do MST na Bola de ontem. Sobre a catástrofe da Ásia, as imagens que os meios de comunicação social mostram são de ferir a nossa retina e as nossas consciências. Sobre o Médio-Oriente, quantas desilusões terão de vir, quantas mortes, antes de palestinos e israelitas poderem viver em paz e independência total, lado a lado? Ah, quase me esquecia, O CEM é cada vez mais a encarnação do espírito da dança. E da ternura feita amizade.

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