Apesar da violência tão à flor da pele, apesar de um uso, por vezes, da parte de alguns, peculiar de confusão entre os limites da verdade e da inverdade, apesar de situações inacreditáveis de miséria e de tanta dificuldade de vida tremenda, mesmo em camadas sociais onde isso não seria de esperar, nomeadamente artísticas, apesar de tantos apesar, gosto do modo brasileiro de encarar a vida e olhar o sol. Cantando, diriam. Bailando também. O tempo e a convivência, o conhecimento mútuo, a confiança crescente, o prazer de fazer parte, tudo isto e muito mais têm libertado faces escondidas de gente boa. Para isso muito têm contribuído os meus amigos do CEM. Gente óptima. Para eles um abraço muito fraterno em data natalícia.
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