Acabei por não passar o Natal sozinho. Apesar dos convites insistentes de familiares neste continente, tinha decidido passá-lo em leitura e escrita. Eis senão quando, já a noite começara, do outro lado da linha amigo me convence a passar a consoada em casa dos pais. Foi muito bom, apesar de inesperado, ter aceite. Foi o meu primeiro Natal em família nordestina, com raízes interiores. Até esse mesmo dia totalmente desconhecida, com excepção do F., cujo convite teve a força da determinação convincente. Ele é assim mesmo. Gente boa. A hospitalidade natural dos pais e restantes familiares fez-me sentir em casa. É assim que povos se aproximam. É assim que se constroem pontes. É assim que pessoas se dão as mãos. Longe de consumismos e outras alienações mentirosas. Que bom!
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