- Gostei e concordo com a ideia central do artigo “Baleias não me emocionam” de autoria de Lya Luft publicado na rubrica Pontos de Vista do número de 25 de Agosto de 2004 da revista Veja que, com a devida vénia, transcrevo:
“Não é que eu ache o sofrimento de animal não valha a pena, a solidariedade, o dinheiro. Mas eu preferia que tudo isso fosse gasto com eles depois de não haver mais crianças pedindo esmolas, adultos famintos, famílias morando embaixo de pontes e adolescentes morrendo drogados nas calçadas”.
- Não gostei do apontamento “Índios, mas não muito” inserido na página 52 do mesmo número da mesma revista. Embora baseado num documento e em afirmações de um deputado, cujo nome é publicado, a escolha das transcrições e o relevo dado a aparentes contradições no estatuto de “índio” através do título do apontamento e na legenda da imagem pode, salvo melhor opinião, criar uma leitura negativa em relação ao povo original do Brasil. Como se houvesse possível contradição entre ser índio e ser parte da sociedade moderna.
- Fiquei revoltado com mais um ataque cobarde de grupos provavelmente de ultra-direita contra a comunidade judaica de França. Disgusting!
- Gostei da imediata reacção do presidente da municipalidade de Paris contra esses crimes inqualificáveis e as medidas tomadas pelo presidente Jacques Chirac ao dar instruções muito fortes ao governo francês declarando guerra ao racismo. A todos os racismos.

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