Durante várias horas por dia tenho seguido a convenção democrática en Boston. É mais uma prova de dinamismo da democracia partidária nos USA. Quem leu um texto que aqui escrevi logo a seguir ao 11 de Setembro intitulado América sabe que desde muito cedo na vida comecei a interessar-me pelos USA. Eisenhouwer, um republicano, foi o primeiro presidente “in office” que prendeu a minha atenção. Mais tarde aderi totalmente à primeira campanha de John F. Kennedy para se tornar presidente, o primeiro católico a conseguir sê-lo. Chorei quando soube da sua morte. Depois veio Bill Clinton. No texto a que me referi chamava a atenção para a forte possibilidade de um dia mais tarde aqueles que atiravam pedras a um presidente em dificuldades virem a... ter saudades dele. A comparação entre ele e o actual habitante da Casa Branca é demolidora. A favor de Clinton, naturalmente. Para quem ainda não soubesse, o discurso dele anteontem em Boston, mais uma, vez mostrou isso mesmo. À saciedade. Ontem dois discursos marcaram o dia. E de que maneira! Obama é alguém de que muito se ouvirá falar no futuro. E depois foi Teresa Heinz Kerry. Em cheio!
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