É incompreensível que um seleccionador nacional, independentemente da sua nacionalidade, se deixe motivar nas suas escolhas por factores alheios à qualidade desportiva e humana. Melhor do que ter usado o serviço de psicólogas quando chegou para melhor conhecer o perfil de cada jogador convocado, teria sido o seleccionador nacional ter sido submetido a um teste psicológico ou psiquiátrico de modo a se aquilatar da sua capacidade para exercício do cargo de forma competente, equilibrada, isenta e justa. É incompreensível que um presidente da FPF concorde com tal atitude. Refiro-me à não convocação de Vítor Baía, o melhor guarda-redes português no momento. Para o senhor Scolari: cartão vermelho directo.
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