“Sempre que conheço alguém, abordo a pessoa a partir do ponto de vista do que houver de mais básico em comum entre nós. Cada um de nós tem uma estrutura física, uma mente, emoções. Todos nascemos do mesmo modo; e todos morremos. Todos nós desejamos a felicidade e não queremos sofrer. Em vez de salientar diferenças secundárias, como por exemplo o fato de eu ser tibetano, de uma cor, religião ou formação cultural diferente, encarar os outros a partir dessa perpectiva permite que eu tenha a sensação de estar conhecendo alguém igualzinho a mim.”
DALAI LAMA
(“A Arte da Felicidade”, já citado)


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